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Amor4 min de leitura

A gente dá o amor que quer receber

Ele planeja uma viagem de fim de semana; ela queria ouvir uma frase sincera. Ela escreve um cartão longo; ele queria que ela só sentasse perto no sofá. Duas pessoas dando com generosidade — e as duas errando o alvo.

O padrão é quase universal: a gente expressa amor na linguagem em que mais quer recebê-lo. Parece generosidade, mas é um palpite — e, com os anos, um palpite caro.

E você?

Grátis, cerca de quatro minutos — descubra seu resultado.

Fazer o teste

A solução é pouco romântica e funciona: perguntar. Ou melhor: comparar os resultados do teste. Quando os dois sabem nomear a própria primeira linguagem e a do parceiro, os erros viram acertos — sem ninguém precisar “amar mais forte”.

As linguagens do amor não são um diagnóstico, e sim uma camada de tradução. A maioria das relações não precisa de mais amor. Precisa que se perca menos amor na tradução.

Experimente esta semana
Repare nas suas próprias reclamações — elas apontam para a sua primeira linguagem
Esta semana, faça uma coisa na linguagem do outro, não na sua
Confira de novo uma vez por ano: as linguagens mudam com as fases da vida